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Novembro 11, 2008

HISTÓRIA DO LINUX

Novembro 10, 2008

Debate sobre a história do linux

1 – Como surgiu o Linux?
R – O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte. A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). E surgiu da necessidade de um sistema que tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador).

2 – Quem foi Linus Torvalds?
R – Ele era um estudante de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia e em 1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet). A mensagem pode ser vista no final deste artigo. No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 disponibilizou a versão 1.0. Até o momento em que este artigo estava sendo escrito, a versão atual era a 2.6.

3 – O que é o Linux?
R – O Linux é um sistema operacional livre e é uma re-implementação das especificações POSIX (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para sistemas com extensões System V e BSD. Isso signfica que o Linux é bem parecido com Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma.

4 – Por que o Linux é gratuito?
R – Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a intenção de ganhar dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda coletiva. Ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.

5 – O que é licença GPL?
R – O Linux está sob a licença GPL, permite que qualquer um possa usar os programas que estão sob ela, com o compromisso de não tornar os programas fechados e comercializados. Ou seja, você pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até comercializá-lo, mas você não pode fechá-lo (não permitir que outros usuários o modifiquem) e vendê-lo.

6 – O que é Projeto GNU?
R – GNU é um projeto que começou em 1984 com o objetivo de desenvolver um sistema operacional compatível com os de padrão Unix. O Linux em si, é só um kernel. Linus Torvalds, na mesma época que escrevia o código-fonte do kernel, começou a usar programas da GNU para fazer seu sistema. Gostando da idéia, resolveu deixar seu kernel dentro da mesma licença. O projeto GNU é um dos responsáveis pelo sucesso do Linux, pois graças à “mistura” de seus programas com o kernel desenvolvido por Linus Torvalds, o Linux vem mostrando porque é um sistema operacional digno de habilidades insuperáveis por qualquer outro sistema.

7 – O que é um Kernel?
R – O kernel é a parte mais importante, pois é o núcleo e serve de comunicador entre o usuário e o computador. Por isso, com o uso de variantes dos sistemas GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema operacional.

PowerPoint ou Impress? Veja prós e contras desse software livre

Novembro 3, 2008

Bruno Aragaki
Especial do UOL Tecnologia
Prós

1) É gratuito – mais uma vez, a primeira vantagem é mesmo o quesito financeiro. A última versão do PowerPoint, da Microsoft, custa, em média, R$ 700 (mas há também versões completas do Office apartir de R$ 600, para estudantes). Já o Impress é uma alternativa econômica e, diferentemente das cópias piratas, é legalizada. O fato de ser um software livre permite que sejam feitas cópias do programa sem infringir a lei. É possível também encontrar fóruns e contar com o apoio da comunidade de software livre, que é bastante ativa, para tirar dúvidas sobre o uso do programa.

2) Cria apresentações em Flash – o Impress permite exportar os slides criados para o formato swf, da Macromedia Flash. Basta clicar em Arquivo > Exportar. Selecione, então, o formato swf. Com isso, é possível enviar os seus slides mesmo àquelas pessoas que não tenham instalado nem Impress, nem o PowerPoint, já que é comum ter o plugin do flash instalado no próprio navegador de Internet.

3) É compatível com o PowerPoint – além do formato próprio, odp, o Impress também lê e salva arquivos no formato ppt. O PowerPoint, por sua vez, não abre arquivos gerados no formato do OpenOffice.
Reprodução

4) Permite tratar imagens – o Impress oferece recursos interessantes para lidar com as imagens dentro do slide. Depois de importá-las (o que pode ser feito pelo menu Inserir > Figura), é possível até aplicar alguns filtros na fotografia inserida. Clique sobre a figura e note a barra com opções de imagem que aparece no alto da tela. Lá, há opções de canais de cor, alguns filtros – simples, mas eficientes – e opções de posicionamento da figura.

Contras

1) É mais lento – a diferença é perceptível. O Impress demora mais para carregar e para responder a comandos simples – como incluir um plano de fundo – do que o PowerPoint.

2) Traz menos modelos prontos – eles são úteis para quem tem pouca prática com a criação de slides. No PowerPoint, são abundantes. Essa deficiência, no entanto, pode ser remediada: além de poder continuar utilizando os modelos da Microsoft, é possível baixar modelos de apresentação do site “Extras” do OpenOffice. Lá, há dezenas de modelos de apresentações criados por usuários. Depois de baixar os modelos que lhe interessar, vá, no Impress, em Arquivos > Modelos > Organizar. Clique em Apresentações, à esquerda, e clique no botão Comandos. Selecione a opção Importar Modelos e selecione os arquivos baixados.

ARAGAKI, Bruno. PowerPoint ou Impress? Veja prós e contras desse software livre. http://tecnologia.uol.com.br/especiais/ultnot/2006/01/16/ult2888u136.jhtm, acessado em 02/11/08 às 21:50.

E AÍ QUAL SUA OPINIÃO COM RELAÇÃO A ESSA REPORETAGEM? FALE SOBRE SUAS IMPRESSÕES PESSOAIS.

PERFIL

Outubro 3, 2008

PERFIL DOS ALUNOS DO CURSO INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO DIGITAL DO PROGRAMA PROINFO INTEGRADO, NA CIDADE DE POÇO VERDE.

 

                       No dia 28 de agosto de 2008, iniciou-se o curso Introdução à Educação Digital, ministrado pela professora Márcia Fabiana Farias Souza, no laboratório de informática educativa da Escola Municipal Governador Antonio Carlos Valadares. No primeiro momento foi apresentado aos cursistas, um questionário fechado a fim de detectar o perfil de cada um dos participantes do curso. Nestes, os mesmos preenchiam seus dados pessoais e respondiam perguntas referentes ao seu contato com o computador, os softwares e a internet, eram lhes perguntado também a respeito de suas expectativas quanto ao curso e como pretendiam expor suas idéias ou tirar dúvidas. Responderam ao questionário 47 cursistas, 14 da Turma 1, 13 da Turma 2 e 20 da Turma 3, é preciso ressaltar que alguns 10 cursistas faltaram no dia de responder o questionário, posteriormente terão oportunidade de responder.

Os resultados do questionário foram os seguintes: quanto ao sexo são 42 pessoas do sexo feminino e apenas 6 do sexo masculino, as idades variam de 29 a 56 anos, destes 39 possuem nível superior, 6 possuem o ensino médio e 9 já fizeram uma especialização ou estão fazendo. Quanto ao acesso aos meios de comunicação direta, 34 já possuíam um endereço eletrônico(e-mail) e 47 possuíam celular. Quanto ao acesso ao computador, 19 disseram que sempre tem acesso, 11 às vezes tem acesso, 15 afirmou que raramente utiliza o computador apenas 3 disse que nunca teve acesso. A utilização da internet também foi questionada, 13 pessoas afirmaram que sempre utilizam a internet, 17 às vezes, 09 raras vezes e 08 nunca utilizaram a internet. Para a maioria dos cursistas o editor de texto é um dos aplicativos mais utilizados, ele foi citado 31 vezes, a navegação também foi bastante citada, 27 vezes, o correio eletrônico, o editor de planilhas e o apresentador de slides foram citados, seis, oito e sete vezes respectivamente. Para muitos cursistas (49 pessoas) era mais conveniente tirar as dúvidas do curso durante as aulas presenciais, uma minoria apenas 5 pessoas citaram a conversa on-line como uma maneira que poderia ser utilizada para tirar as dúvidas. Outra pergunta importante no questionário, foi sobre o real interesse ao fazer o curso, segundo a maioria(42 pessoas) para melhorar a prática pedagógica, sete pessoas disseram que era para melhorar somente a prática pedagógica e uma afirmou que era para aumentar a carga horária da titulação. Um fato muito importante é que 100% da turma afirmou estar disposto a colaborar com aqueles que estiverem com dificuldades.

 Primeiras Considerações

O estudo acima mostra alguns pontos que não podemos deixar de levantar, um deles é o fato de a maioria dos cursistas serem do sexo feminino, isso pode ser por dois motivos; um por que o mercado de trabalho em outras áreas é ainda de difícil acesso para as mulheres, segundo pode ser o fato das mulheres estarem prosseguindo mais nos estudos do que os homens é claro que isso é preciso investigar. A formação dos cursistas também aponta para um fato interessante, a maioria deles já possui o ensino superior, mas isso não lhes garante o acesso às novas tecnologias, pois 59% raramente ou nunca tiveram acesso ao computador e 72% tem dificuldade de acesso à internet e isso nos mostra a importância do curso para os mesmos e para os demais. Acreditamos que com o decorrer do curso estaremos superando as dificuldades do manejo com o computador pois todos se disseram dispostos a contribuir.

Enquanto formadora, tenho observado muita dedicação por parte dos cursistas, mas ainda encontramos alguns problemas no decorrer das atividades, dentre eles a velocidade da internet, que nos impossibilita no andamento de algumas atividades como é o caso dos fóruns de debate, listas de discussão e chats. Acreditamos que aos poucos superaremos esses problemas que atrasam o andamento dos trabalhos. Termino essas considerações afirmando que elas são apenas considerações iniciais e que posteriormente estaremos dando novas contribuições.